quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Next time.

Você me disse que estava me fazendo um favor, mas nunca disse que estava me deixando fora dos meus direitos emocionais, massacrando a palavra 'amor' entre os meus dois dentes da frente. E você pode, por favor, se lembrar por pelo menos cinco segundos que eu sou apenas uma garota boba presa em seu próprio mundo, longe da realidade? E por mais delirante que possa parecer, foder com a mente alheia não é uma arte. Nós podemos ser artistas, mas eu sei onde traçar a linha entre arte pura e simplesmente morrer.
Se não é como eu imaginava, que controle eu tenho agora? Eu quero conseguir rasgar as costuras da minha própria roupa, lavar a mão inúmeras vezes mais se for necessário. Agora você pode, por favor, deixar de ser meu amante e começar a ser meu amigo?
Bom, da próxima vez só me deixe tirar a minha própria pele, acabar com a minha própria mentalidade e abater as minhas emoções no meio de quatro paredes e uma porta fechada, porque eu não consigo mais... Ah, espere: não haverá uma próxima vez.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Inspiração expirada.

Ultimamente tenho sentido uma vontade gigante de escrever, mas não consigo. Tenho vários rascunhos, mas logo eles se tornarão meras bolas de papel e vão parar no lixo.
Quando conseguir algo que me agrade apareço por aqui para atualizar e, enfim.

(Férias, come on! Estou precisando de você.)

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Hello, Stranger...

...thank you for your smile yesterday. It could bright up the whole town, just saying.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Leave a note for you, my only one.

"Ele teve um problema raro de memória por conta da falta de uma vitamina, mas não sei o nome que isso tem, na verdade. Ele está se recuperando bem, mas é algo bem lento. E ele se lembra de você, isso é tão lindo que, arg! *-* (...) Realmente, é incrível, porque ele se esqueceu até de algumas pessoas e coisas sobre gente que convivia com ele, mesmo que pouco, sabe?"

Mesmo com quilômetros e quilômetros de distância nos separando, você não sai do meu pensamento e do meu coração um instante sequer. Eu... Eu não posso nem explicar o quanto queria estar perto de você nesse momento difícil pelo qual está passando. Mas eu sei que você sabe que estou contigo de qualquer forma. E sei também que, por mais que demore, um dia eu vou poder realizar esse meu sonho de estar perto de ti. Vou poder te dar inúmeros abraços bem apertados, fazer você perceber que eu realmente me arrependi de todas as situações chatas pelas quais eu te fiz passar e tentar, de qualquer forma, me redimir; ganhar teu perdão de verdade! Mostrar o quanto o carinho que sinto por ti é imenso, colocar à prova que eu nunca, nunca mesmo, quis o teu mal. E dizer-te com toda certeza do mundo, olhando nos teus olhos, o quanto te amo e que vou abandonar-te.
De todas as pessoas que conheci nesse mundinho virtual, não tenha dúvidas de que você foi, é e sempre será a que eu mais amei, mais admirei e mais desejei por perto. Aliás: amo, admiro e desejo.
Meu melhor amigo mais lindo do mundo, minha preciosidade, meu Matt. Eu o amo com toda e qualquer força existente em mim. De corpo e alma. Para sempre!

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Les pensées qui glacent la raison.

É uma saudade tão grande... E ela vai se transformando em um vazio que toma conta de mim.
O pior de tudo é que estou naquela situação chata onde só o que não vai acontecer, pode me preencher.


"It doesn't even matter how hard you'd try, keep that in mind."

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Sweet sixteen!


Fico devendo um post de agradecimento aos meus amigos lindos, que fizeram meu dia feliz.


"Turning my cell off just to breath, cause everyone I know just keeps calling me and I need a little time. 'Cause I'm overcommiting myself. I'm sleeping so little these days, I guess this is growing up. I'm feeling things are about to change. I'm guessing this is growing up.
Yeah, I'm growing up."

(Coffee Break - Forever The Sickest Kids.)

segunda-feira, 31 de maio de 2010

There's no turning back, no going home.

Início da sessão: Domingo, 30 de maio de 2010.
(19:05 - 19:16)

"Fulano está online."

(Meu Deus! Acho que se eu não conseguisse falar com você hoje ia ficar louca! Você quer me matar? Como some assim, de repente, sem me dizer nada?)

- Céus! Se não encontrasse você hoje ia ter uma... Uma coisa.
- Oi. Então... Eu deletei sem avisar porque... Porque foi uma maneira que eu encontrei de me despedir em silêncio. Eu não sei bem o que dizer, mas... Eu achei melhor começar a sumir de vez, mais por você, porque... Sua vida se tornou uma aflição sem fim, tudo por minha causa. Você querendo ou não, eu ainda vou continuar me culpando, e... Eu quero que você seja feliz. Porque eu não te faço feliz... Você só vive triste quando seus pensamentos são pra mim. Eu sei disso.

(O que? De onde você tirou isso, garoto? Está ficando louco, né?! Só pode. Que coisa... Ridícula, absurda. Não me faz feliz? Se não fizesse, por que eu estaria nesse desespero? Nessa aflição toda? Eu deveria estar feliz por ver você sumindo da minha vida, se isso fosse verdade. Deixe de ser otário, ok?!)

- Ã? Não me faz feliz? Muito pelo contrário.
- Não, querida, estaríamos bem se eu estivesse contigo, não nessa situação toda. De eu viver sumindo, depois aparecendo, depois sumindo de novo... Eu não quero isso pra você.

(Então por que você não volta pra mim? Por que não aparece e fica de vez? Eu também não quero isso pra mim, mas eu quero você!)

- Aliás, ultimamente eles têm sido mesmo meio... Tristes, porque sei que uma hora ou outra não vou mais ter você aqui.
- Então. Por isso mesmo.

(Você fica sumindo, depois aparecendo, depois sumindo de novo, porque precisa se afastar. Mas não é o que você, ou melhor: o que nós queremos, de fato. Sabe que precisa, porque tem que fazer as tuas coisas, mas você mesmo já me disse que queria ficar; que, se pudesse, ficaria por mim. E eu já te disse também que posso esperar por você... Mesmo que você ache que seria egoísmo da tua parte de "me deixasse" esperar... Eu não me importaria, porque eu te amo! Me imaginar sem você agora é algo que me deixa completamente... Ah, não sei. Eu simplesmente não consigo. Não consigo nem mesmo imaginar. É sério: eu preciso de você. Dá pra entender?)

- Ok... Eu nem sei o que falar. Mas, sério, eu não quero perder você por completo. (Eu preciso pelo menos da tua amizade! Acho que você não tem o menor direito de fazer isso comigo, sabia?!) Pensar assim me assusta.

- Eu vou sumir de vez dessa vez. Eu decidi, é mais "fácil" [...]
(Mais fácil? Você simplesmente "fugir" - porque é o que parece que está facendo: fugindo. Da situação, de mim, do que você sente (de novo!) - é mais fácil? E eu, como fico? Queria poder ver isso como "o jeito mais fácil" de encarar essa situação também, mas não é tão simples...)
[...] Argh, eu não sei como dizer pra você... Tudo o que eu digo... Eu sei que só complica mais as coisas. [...]
(É mais fácil, também, me tirar da tua vida de vez, pra nunca mais ter de volta? É... Realmente, parece que todas essas palavras só deixam as coisas mais complicadas.)
[...] Você vai achar que eu estou sendo frio, filho da puta, mas eu preciso sumir. É sério. [...]
(É, eu acho que estou mesmo achando que você está sendo frio, filho da puta e sacana - e, sinceramente, me sinto mal por estar pensando assim, mas no momento não consigo ver de outra forma. - Fiquei com raiva... E sem reação. Só queria que isso não estivesse acontecendo. Queria mesmo!)
[...] Er... Então... Se cuida.

("Se cuida"? É isso, então? Minha nossa! Você me surpreendeu agora...)

- Certo. Se você acha que precisa mesmo, faça. E eu não vou ficar achando que você é frio, filho da puta, ou... Enfim. (O que? Não vou? Eu estou achando! Mas deixe isso pra lá... Eu acho que, no fundo, consigo entender. Ou não. Mas isso nem vem ao caso agora, não é?! Não faz diferença alguma o que está se passando pela minha cabeça, o que estou sentindo, não faz diferença alguma o que eu deixo ou deixo de pensar sobre você ou sobre essa situação e... Enfim.)

- Eu sei, eu sei...
- Obrigada por avisar que não vai entrar mais. Pelo menos assim eu não fico agoniada, pensando que você pode aparecer aqui a qualquer hora. Isso ia acabar me matando.
- Não me agradeça. Por favor! [...]

(Eu tenho que agradecer! Pelo menos você teve... Bom senso? e me avisou. Pelo menos não me deixou aqui plantada por muito tempo, esperando, mais do que agoniada, um sinal vindo da sua parte. Imagine como eu ficaria... Dias e dias esperando por você, esperando uma satisfação da tua parte, um "não te preocupa, eu estou bem" - em vão. Isso me deixaria louca!)

[...] E... Eu amo você. Pra sempre.

- Agradeço. Preciso.
(Ok! Agora, mais do que antes, estou te achando um filho da puta por me dizer isso "assim". Estou odiando você... E me odiando por isso. Que ótimo, não?!)

"Fulano está offline."

(O que? Mentira que você já saiu! Foram dez minutos - e eu fiquei cinco calada, tentando me controlar e... Volta, volta, volta! Por favor, não... Não saia assim. Não suma de mim assim. Como você chega, transforma minha vida, dentro de um mês, em um paraíso, de repente joga tudo fora assim? Transforma tudo nesse inferno em menos tempo ainda? Argh. É sério: você não deveria. Não deveria ter feito. (Aliás, não deveria ir embora, mas isso não vai acontecer, então...) E espero que não faça nunca mais. Com ninguém!)

- Agora você me mata... hã. Mas, é, eu também amo você. Pra sempre!

(Pra sempre! E se você quiser voltar, daqui uma semana, um mês (antes de se mudar pra Barcelona ou Paris), dois meses (enquanto estiver... Sabe-se lá onde), um ano (pra me dizer se vai mesmo voltar para o Brasil, ou que resolveu seguir a tua vida em outro lugar)... Não importa. Eu me conheço: sei que vou conseguir apagar toda essa mágoa que esta me consumindo agora, toda essa raiva. Sei que vou conseguir "esquecer" todos os... já-nem-sei-mais quantos dias que eu fiquei chorando por tua causa, por medo de perder você - e, pra minha completa infelicidade, esses dias chatos, essas lágrimas teimosas que insistem em cair enquanto eu não quero, estão de volta -. Se eu puder ter pelo menos a tua amizade de volta, eu ficaria bastante grata... E extremamente feliz! - Merda! Eu preciso de você! Mas, ok, de novo: o que penso a respeito de tudo isso não importa, eu acho. Pelo menos não pra você. Nada vai te tirar isso da cabeça, então que se exploda, não é?! Cero, certo. Agora eu só preciso dar um jeito de me conformar com isso e pronto (como se fosse fácil...) - Eu só quero que você seja muito, mito, muito feliz - você é uma pessoa extremamente encantadora, e pelas coisas que sei de você, digo com toda certeza que você merece toda felicidade do mundo! Quero que faça o que me disse que faria: nunca se esqueça de mim, nunca se esqueça "da tua metade", do quanto eu te amo. E quero que, acima de tudo, nós dois consigamos cumprir a nossa promessa de que daríamos um jeito de ficarmos bem, um longe do outro... Mais uma vez, faço das tuas palavras as minhas: Eu nunca, nunca vou esquecer você!)




Agora eu espero conseguir nunca mais abrir o registro dessa conversa...
A não ser se for com ele ao meu lado (não, Larissa, isso não vai acontecer. Deixe de ser otária!).

PS: As partes em itálico "se resumem" no que eu deveria ter dito, mas... Enfim. Eu sou assim mesmo: nunca tenho as respostas na hora. Depois fico repassando as coisas na minha cabeça e me perguntando "por que eu não disse nada de útlil? Deixei mesmo isso acontecer?" - e as respostas são sempre as mesmas: não disse nada de útil, porque fiquei sem saber o que falar; e, sim, deixei isso acontecer (e agora estou arrependida, querendo voltar um pouco no tempo, e com raiva de mim). É a vida.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

I’m not gonna stand and wait


Not gonna leave it until it’s much too late. On a platform I’m gonna stand and say that I’m nothing on my own… "And I love you, please come home!"

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

O ferro enferruja quando não é utilizado

As águas estagnadas perdem sua pureza e congelam no frio. Do mesmo modo, a ociosidade esgota a força da mente.
(Leonardo da Vinci).


Acabei não passando mais vezes por aqui para postar meus textos... Ainda pela falta de criatividade (ou qualquer coisa do gênero, que está me impedindo de escrever). Estava olhando algumas frases e poesias, encontrei esta e resolvi postar, até porque admiro 'da Vinci'.
Minhas aulas começam na próxima semana, então falta pouco tempo para que meu cérebro volte à ativa. Aparecerei mais por aqui.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

I knew he would...

Ela perdera o avô paterno quando era bem pequena, quase não tem contato com o pai de sua mãe.
Ela é do tipo de pessoa que sempre pensa: "Será que meus pais estarão vivos quando eu tiver meus filhos? E meus avós "restantes", será que terão a chance de conhecê-los?".
Perdera sua avó materna há pouco tempo. E a mãe de seu pai tem muitos problemas de saúde.
Seus pais são relativamente velhos. Alguns pensam que se tratam de avós.
O pai é alcoólatra e deixara o cigarro após descobrir um pequeno tumor benigno no pulmão.
Esses problemas relacionados ao pai sempre a deixara preocupada. Tinha medo de que seu pai não durasse por muito tempo. Tinha vontade de que ele deixasse os vícios e que ela pudesse chegar, orgulhosa, na frente de alguns parentes - maternos - dizendo: "Agora vocês podem parar de falar do meu pai. Podem parar de fazer piadinhas ridículas, sem a menor graça. Agora não existe mais aquele cara "doente", como vocês diziam. Ele está curado e vocês conseguiram acabar com todo o respeito que eu tinha por cada um aqui. Então, morram!" Isso soaria "grosseiro demais" para qualquer pessoa, menos para ela, que sempre teve que ouvir comentários desagradáveis sobre seu pai. Sempre teve que engolir o que as pessoas diziam. Comentários que a deixavam extremamente magoada e que ia destruindo o carinho que sentia pelos parentes como... Como se fossem casas sendo demolidas. Era o que ela sentia. Cada palavra que saía das bocas deles, eram uma parede que era derrubada. Apesar dos vícios, das brigas e de qualquer outra coisa, ela era sua filha e o amava mais do que tudo!
Seu pai tinha constantes discussões com sua mãe, que sempre dava um jeito de jogar na cara dele que ele era doente, viciado e que a culpa daquelas situações extremamente desagradáveis eram da bebida, que ele já havia sido internado para deixar a pinga, mas encontrara a cerveja e que o tratamento não havia adiantado nada. Ele precisava de internar novamente!
A menina era a única que o entendia, a única que se esforçava para fazê-lo se sentir bem, dentre todas aquelas pessoas que o olhavam estranho.
Às vezes o clima ficava pesado, mas ela sempre estava ali, segurando a barra para ele, apesar da pouca idade. Aliás, pouca idade entre aspas, porque para muitas coisas, ela era nova demais. Para outras, já estava "passando da hora". Isso a confundia. Mas, em relação às outras pessoas, era, sim, pouca idade.
Quando pequena, fingindo acreditar em Papai Noel, escrevera uma carta destinada ao "bom velhinho" pedindo apenas uma coisa: "Quero que meu pai pare de beber e de fumar". Porque, até então, ele não havia deixado os cigarros. Depois dessa vieram outras cartinhas com o mesmo pedido, mas, estas, destinadas ao próprio pai.
Sempre fora tímida, sempre tivera dificuldade para falar certas coisas, então, preferia escrever. E o fazia. Nem os apelos foram suficientes para fazer com que ele largasse os vícios.
E o tempo foi passando...
Surgiu, então, o problema que o fez deixar um dos problemas. Foi necessário paciência de todas as pessoas que o cercavam, porque a abstinência o deixava irritado. Com o tempo se acostumou com a falta. Se orgulhava ao dizer: "Eu larguei o cigarro!" E, com um pouco menos de empolgação, dizia em seguida: "...e vou largar a bebida também." Mas nada acontecia de fato.
Ele resolvera passar um tempo na casa de sua mãe, passar o Natal com ela - o que não fazia havia um tempo -. Alguns dias depois, a menina ligou e sua avó lhe disse: "Seu pai está parando de beber... Rezo todos os dias, pedindo à Deus que o ilumine e que o tire desse caminho..." - a menina fazia o mesmo. Pedia à Deus, com toda sua fé, que Deus o tirasse aquele vício terrível! -, logo depois falou com seu pai. Se sentiu bem ao ouvir sua voz, mas, ao mesmo tempo, se sentiu estranha ao perceber, pela voz, que ele estava nervoso, o que fez com que pensasse que ele estava mesmo sem a bebida, porque quando isso acontecia, ele se irritava.
Comentou com sua mãe e ela riu. Riu porque não acreditava que ele era capaz de parar, achava que já era tarde demais para aquilo acontecer. Como o de costume, a menina (que não perdera as esperanças, mesmo depois do comentário - que achara maldoso - da mãe) fechou a cara, porque acreditava, sim, na capacidade de seu pai.
Pouco menos de vinte e quatro horas após a ligação, ele chegara de viagem. Estavam todos sentados à mesa: A menina, entre a avó e a mãe, as irmãs (uma da mãe, outra do pai) e uma sobrinha (com quem não combinava de forma alguma). O pai de pé, disse de repente para a cunhada: "É... Eu acho que é o meu fim com a cerveja."
Ao ouvir aquilo, a garota olhou, com um imenso sorriso no rosto, completamente satisfeita, orgulhosa e com os olhos brilhando, para a avó, que a olhara com a mesma feição. Depois virou o rosto, olhando para sua mãe e dizendo, "ele é, sim, capaz!", com os olhos. A mãe deu um leve sorriso, também orgulhosa, e balançou a cabeça como se dissesse: "Você acertou.". Para encerrar aquele diálogo feito através de olhares, a menina levantou a sobrancelha esquerda, como tem costume de fazer, como se dissesse: "Sempre acreditei nele, sempre soube que o faria, mais cedo ou mais tarde".
Virou o rosto e lançou o mesmo olhar - da sobrancelha levantada - para os parentes que faziam piadinhas. Recebeu um sorriso, como o que recebera de sua mãe, de cada uma. Logo depois olhou para seu pai, como se quisesse ouvir de novo aquela frase que sempre quis vê-lo falando! E ele continou: "Vou tirar da minha vida todas as coisas que me fazem mal." Aquilo soava perfeitamente bem para ela.
Em um só dia ganhou muitos presentes...
Ver o pai, a avó e os outros parentes; poder matar as saudades deles; a notícia de que seu maior sonho se realizará; ver seu pai e a sobrinha dele almoçando na mesma mesa, sem vozes alteradas, sem xingamentos ou qualquer outra coisa desagradável.


Esse foi meu dia.
Eu estava me sentindo esperançosa em relação ao novo ano. E a primeira boa notícia chegou logo... Estou completamente satisfeita.
Não é todo dia que um sonho que se tem desde a infância se torna realidade, né?! *-*

PS: Desculpem-me pelos termos repetidos inúmeras vezes.
Estou cansada, mas tinha que compartilhar a boa notícia antes de ir pra cama.