quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Here we go again!

Bom, estou passando por aqui rapidinho para, novamente, me desculpar pelo sumiço. Não consigo pensar em nada para escrever... Parece que nas férias meu cérebro "trava", haha. Ok, talvez seja por minha culpa mesmo, por parar de escrever minhas coisas e, enfim. Isso não vem ao caso agora. Mas vou tentar postar com mais frequência.
Outra coisa! Quero desejar à todos um feliz ano novo. Que 2010 seja um ano repleto de saúde, alegria, amor, paz, criatividade, conhecimento, dinheiro... Resumindo: Conquistas em todos os sentidos! 2009 que vá embora e leve com ele todas as tristezas e problemas de todo mundo.
Aliás, por falar em problemas eu desanimei totalmente com esse negócio de "festa de reveillón" quando assisti jornal. O mundo está um caos! Um monte de gente sem casa, um monte de gente perdendo a vida... Isso me deixou triste, sinceramente. Mas, a vida continua. Se as pessoas que estão em abrigos não estão - aparentemente, claro - desesperançosas, não sou eu quem vai ficar, certo? Eu só espero que essa bagunça toda (que está em todos os cantos do mundo, infelizmente) se organize logo.
Minhas felicitações (em geral... Desde aniversários à Natal, ou ano novo) são as piores possíveis, então, não levem a mal. Hihi. Eu só queria deixar meus votos aqui.

E que venha 2010! :)

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

I'm nothing on my own.

Saudade não tem tradução para outra língua, só para o coração. Não tem sentimento comparável, palavra que faça passar ou alegria que a cale.
Saudade muitas vezes não tem nome; tem um cheiro, um gosto, um abraço, uma forma, uma voz, mas não um nome. Uma dor, uma alegria, um sorriso, uma despedida, uma música... Saudade não tem definição. Por mais que tentemos, saudade é desprovida de palavras, de discursos ou explicações. Saudade nós apenas sentimos. Não aprendemos o significado após ler sobre, ou achar sua definição no dicionário. Não. Saudade só é saudade mesmo quando faz a barriga torcer, quando o coração parece ficar bem apertado. Saudade só é saudade quando te faz chorar e rir, sentir raiva ou afeto, vontade de estapear e de abraçar, tudo ao mesmo tempo. Saudade nós sentimos, e ponto.
Saudade eu sinto do meu melhor amigo. Das tardes cheias de risadas, dos assuntos inúteis e intermináveis, das palavras carinhosas, dos elogios inesperados, dos olhares cúmplices. Saudade sinto dos ciúmes bobos, do abraço, do sorriso. Das nossas expectativas, dos nossos segredos, dos nossos planos. Saudade do cheiro familiar de melhor amigo, de proteção, de total confiança.
Saudade de você, no geral.
Às vezes te odeio por ter ido, ter me deixado aqui. Às vezes me odeio ainda mais por tê-lo deixado ir. Por ter quebrado a promessa, dita e sentida, de que todas as aventuras de nossas vidas, viveríamos juntos.
Não sinto só a sua falta, sinto a nossa, sinto falta de mim quando estou com você. Sinto falta das piadas sem graça. De corrigir erros pequenos e bobos. De olhar nos seus olhos e ver que me entende, acima de tudo.
Mas como eu disse, saudade não tem descrição. Saudade é diferente para qualquer pessoa – eu sinto diferente, você sente diferente, as outras pessoas sentem diferente. Eu nem sei por que comecei isso aqui. Só queria dizer que saudade é igual amor, está ali e ponto, sem porquês, sem entendimentos. São dois sentimentos abstratos e você conseguiu me mostrar o significado de ambos.
Eu o amo, sinto saudades e espero que volte logo.

"Honey, you should know that I can never go on without you."

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Traga-me uma xícara de café.



Preciso pensar um pouco, organizar essa bagunça que se encontra em meu interior, me recompor... Sair desse platônico e encontrar a realidade. Mas, como fazer isso? A realidade me assusta cada vez mais. É tão cruel e amarga.
Bem, traga-me também um pouco de coragem...
Todos ao meu redor transbordam de felicidade. Enquanto eu, estou aqui, quieta no meu canto. No meu mundo, eu diria. Com um pouco de café, papel, caneta e meus pensamentos, que rolam soltos até caírem e se transformarem em palavras.
Essas palavras, por vezes, não me ajudam. São elas que me prendem nessa minha bagunça. Deixo-as escritas em uma folha qualquer e então sinto-me mais leve, um pouco melhor. Assim, continuo em meu canto, porém, temporariamente organizada.
Por favor, traga-me um pouco mais de café e qualquer outra coisa que não me permita cair no sono. Preciso manter-me acordada. Se dormir, vou sonhar. Se sonhar, vou me iludir e, ao acordar, verei que não se tratava de nada além de outro sonho, então a angústia vai se apossar de mim... Mais uma vez.
Enquanto transfiro meus pensamentos (sentimentos) para os papéis, a chuva cai lá fora. Isso faz com que o frio aumente, como se já não houvesse o suficiente...
O que eu preciso mesmo é de um pouco de calor. O que eu preciso é sair dessa ilusão que, por hora é calorosa, mas depois me deixa congelada por dentro.
Traga-me outra xícara de café....

O mais forte possível!

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

"What is pain?"

"Why do we breathe?"
Breathe in, breathe out.
"Why do we have needs?"
Hold my hand, let it go.
"What is love?"
Heart pounds slow, heart pounds fast.
Make me cry, make it stop.

"Breathing is for stopping,"
Accelerate it, make it die.
"Needing is for wanting,"
I want to hold it, I want to drop it.
"Love is living,"
It's the beginning, it's the end.
I'd help you cry, I'd help you stop

"And pain is understanding."


PS: Em português fica meio sem nexo, então, sem tradução.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Insanidade.

Manhãs de sorrisos falsos, tardes de riso. Uma mentira.
A noite chega e você está sozinha na cama, você olha para o teto e tenta trazê-lo mais para perto.
Nada está bem, nada é bom. A felicidade não está com você, você perdeu, ela se foi. Você não tem direito a isso, você só pode desejar. Querer, pedir, implorar e suplicar. Olhando fixamente, o sono está chegando, os pensamentos desaparecem e então resta apenas você, com você mesma.
Os sonhos vêm, dançam com facilidade e concedem-lhe a paz e a insanidade, você está viva novamente, você sente a alegria que sempre quis, por tanto tempo parece durável, mas depois... Escorrega por entre os dedos
.
Ela se foi e, novamente, você ficou.

Você e as mentiras, e as pessoas que não vêem. Elas estão cegas para você, estão cegas para todos, mas você entende.
Você precisa. Você faz. Você vê a forma como tudo é nada.
Você questiona cada palavra que você fala, cada cheiro e cada respiração.
O que é realidade, o que é o tempo?
Não é nada.

É só você, você e as perguntas sem respostas, e os pensamentos sem sentido.

É só você e seus sonhos.