domingo, 27 de setembro de 2009

Se o mundo...

...é mesmo
Parecido com o que vejo
Prefiro acreditar
No mundo do meu jeito.

Legião Urbana. <3

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Blue as the sky.


Ele é azul. Aparentemente ingênuo.
Ele tem uma cara doce de criança
Eu só quero rastrear todas as bordas lisas
E borrar meus dedos com seu cheiro.

Ele tem um coração sorridente
E uma luz que brilha fora de seus olhos como
Uma luz azul intermitente.
Vá! Viva!

Ele suga o ar após a chuva
Como se não tivesse o suficiente
Preenchendo todos os espaços vazios dos seus pulmões.
E eu gostaria que fosse eu que ele desejasse.

Ele acena suas mãos enquanto fala
Como se o ar fosse algo para se sentir com todos os nervos.
Ele diz que você pode olhar para o sol através de suas pálpebras
E transforma-os em um lugar acolhedor, onde você só pode ir.
Eu já experimentei e é verdade.

Ele está sempre lá fora. Está sempre de pé atrás.
Ele vê o mundo girar. Aprende a dançar e dança também
Sem saber que estou com o rosto pressionado contra o vidro
Sempre assistindo-o.

Mas ele segura minha mão quando encontra um lugar para correr
Puxa-me e nunca explica.
Ele diz que a vida é aventura e aventura é surpresa.
Então ele tenta ser espontâneo
Mas eu digo-lhe que ele não tem que tentar
Porque eu nunca poderei manter-me assim.

Ele é intocável por todo o mundo. Ele vive em seu próprio tempo.
E isso me faz sentir à vontade quando estamos juntos.
Isso me faz sentir quase tão despreocupada como ele.

Ele diz que a música é o som das emoções
Eu digo que eu estou ouvindo canções de amor
Que me fazem derreter.
E meu coração salta como se fosse escapolir pela boca
Porque ele apenas sorri e diz:
"Então eu também."


Estranho seria se eu não me sentisse perdida nos teus olhos azuis...

sábado, 19 de setembro de 2009

Ausência de cor.

Hoje olhei pro céu, ele estava completamente branco, como se houvesse uma só nuvem fazendo todo aquele percurso infinito.
Escondeu-se o azul. Escondeu-se o Sol. Restando apenas uma cor apagada, porém, com um brilho que era capaz de cegar...




Ou não.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

E se realmente gostarem?

Se o toque do outro de repente for bom? Bom, a palavra é essa. Se o outro for bom para você. Se te der vontade de viver. Se o cheiro do suor do outro também for bom. Se todos os cheiros do corpo do outro forem bons. O pé, no fim do dia. A boca, de manhã cedo. Bons, normais, comuns. Coisa de gente. Cheiros íntimos, secretos. Ninguém mais saberia deles se não enfiasse o nariz lá dentro, a língua lá dentro, bem dentro, no fundo das carnes, no meio dos cheiros. E se tudo isso que você acha nojento for exatamente o que chamam de amor? Quando você chega no mais íntimo, no tão íntimo, mas tão íntimo que de repente a palavra nojo não tem mais sentido. Você também tem cheiros. As pessoas têm cheiros, é natural. Os animais cheiram uns aos outros. No rabo. O que é que você queria? Rendas brancas imaculadas? Será que amor não começa quando nojo, higiene ou qualquer outra dessas palavrinhas, desculpe, você vai rir, qualquer uma dessas palavrinhas burguesas e cristãs não tiver mais nenhum sentido? Se tudo isso, se tocar no outro, se não só tolerar e aceitar a merda do outro, mas não dar importância a ela ou até gostar, porque de repente você até pode gostar, sem que isso seja necessariamente uma perversão, se tudo isso for o que chamam de amor. Amor no sentido de intimidade, de conhecimento muito, muito fundo. Da pobreza e também da nobreza do corpo do outro. Do teu próprio corpo que é igual, talvez tragicamente igual. O amor só acontece quando uma pessoa aceita que também é bicho. Se amor for a coragem de ser bicho. Se amor for a coragem da própria merda. E depois, um instante mais tarde, isso nem sequer será coragem nenhuma, porque deixou de ter importância. O que vale é ter conhecido o corpo de outra pessoa tão intimamente como você só conhece o seu próprio corpo. Porque então você se ama também.

(Caio Fernando Abreu.)

Talvez esse poema seja um pouco grosseiro, mas é do Caio! (E...? E eu gosto)
Enquanto estiver 'sem inspiração' para escrever algo decente, vou postar poemas. Caio, Clarice, Woody ou de qualquer outro poeta que me agrade. E não são poucos.

Falta de inspiração

.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

You still with me in my dreams.


Às vezes me pego pensando em ti assim, sem motivos. E é estranho, posso estar fazendo qualquer coisa, posso estar mais distraída possível, quando 'acordo' vejo que estou com o pensamento aí, aqui, ou aonde quer que estejas... É você! Então começo a me perguntar como e por que você se foi tão cedo... É difícil, ou (quase) impossível entender.
De repente, aquela velhinha linda e animada, se via desanimada, com dores nas pernas. Um tempinho depois, em uma cama de hospital. E o tempo que ficou lá? Muito, muito tempo. Como pode? Estava tudo tão bem e de repente, as coisas se tornaram uma bagunça.
Passaram-se meses e você continuava lá, internada, sentindo cada vez mais dor. Eu aqui, sem me preocupar, pensando que logo estaria bem. Foi aí que eu me enganei!
A notícia chegou: "A vovó vai amputar a perna, talvez até as duas". Que choque! Que horrível foi ouvir aquilo. Mas pensei "se é o melhor pra ela, que seja feito e o mais rápido possível". Outro engano. Não havia pensado em como você ficaria depois de perder uma perna, porque, nossa... Não é fácil viver 70 anos normalmente, levar uma vida boa, tranqüila, andando para cima e para baixo quando quisesse de repente se ver sem uma das tuas pernas, sem poder andar durante um tempo, até que pudesse ser feito um implante. Fui meio ingênua, mas a única coisa que eu queria era que aquela dor passasse logo, que você voltasse pra casa e tudo ficasse bem.
O pior é que mesmo sabendo de tudo, eu não tirei um dia sequer, para ir vê-la. Não sabes o quanto me arrependo por isso. Vou carregar essa culpa comigo até o último dia.

Hoje passei a manhã toda pensando em você, minha Estrelinha. Um ano, um mês e um dia... Como passou rápido, ein?! Parece que ainda ontem você me deu o último beijo, ou, ontem eu toquei pela última vez em teu rosto frágil.
Os dias 07 e 08 de Agosto de 2008, pra mim, estão entre os piores dias da minha vida. Dia 07, cheguei em casa, encontrei meu irmão e a primeira coisa que perguntei foi: "Minha mãe foi pro hospital?" e meu irmão, sem rodeios, disse: "A vovó morreu", não pensei que ele estivesse brincando por um único motivo: Ele não brincaria nunca com uma coisa dessas! Mas tive que perguntar "O quê? Sério?" Foi uma reação meio que fria, digamos, mas foi um momento de desespero, por mais que eu tenha me demonstrado extremamente calma. Eu não conseguia acreditar. Minha avozinha? Justo ela? Por quê? Naquele momento, eu fiquei meio sem chão.
Sem rumo, me recorri à internet. Sempre fui meio fechada, todos sabem. Nunca gostei de chorar, desabafar, nem de me abrir com ninguém da família. É o meu jeito, então, vim. Segurando as lágrimas. Minhas mãos tremiam, e eu sentia meus olhos se enchendo d’água, logo, algumas lágrimas desceram, as sequei rapidamente pra que ninguém me visse daquele jeito. Eu sentia uma culpa imensa, um remorso gigantesco, e uma dor maior ainda! Uma sensação terrível de perda, óbvio.
Logo tive que arrumar minha mala, porque tínhamos que arrumar as coisas na funerária e ainda teríamos uma estrada longa pra percorrer até chegar à tua cidade. Aquela noite parecia mais estranha que as outras, eu estava me sentindo perdida, rodeada de gente que, apesar de conhecidas, pareciam estranhos e distantes de mim. Sentia-me perdida em meio às árvores do caminho. E quando chegamos, havia mais gente ainda! Foi meio desesperador pra mim. Não gosto de muita gente, ainda mais quando todos me olham com cara de pena. Eram abraços e "meus pêsames" para todos os lados, enquanto tudo que eu queria, era ficar sozinha. Aliás, pra falar a verdade, eu queria que aquilo tudo não passasse de um pesadelo do qual eu queria acordar o mais rápido possível, porque já estava se tornando agonizante e a dor se tornando real, passando do sonho, pra realidade. Mais ou menos assim.
Mas não, infelizmente, não era apenas um sonho ruim...
Até o fim daquela noite, eu não tive coragem de ir vê-la. Outra bobeira, outra coisa das quais me arrependo. Logo peguei no sono, estava exausta. Queria por tudo que, ao acordar, visse que aquilo tudo havia sido, de fato, uma mera ilusão. Assim que consegui dormir, sonhei contigo. Foi um sonho desagradável, porque nele, vi você deitada ao meu lado, morta. Teus olhos fechados, seu corpo estava frio, quis acordar. E foi o que aconteceu. O choro da minha prima, que havia chegado do Pará me acordou. Vê-la naquele estado, com outra prima me deixou ainda mais triste. Era desesperador. Um choro que doía de se ouvir, que me fazia querer sair correndo dali, mesmo que sem ter pra onde ir.
Aquela noite chegou ao fim, e estava por vir outro dia longo. Dia 08. Dia do sepultamento.
Eu tinha que ir até o caixão vê-la. Era preciso, mas me faltava coragem. Sentia que não era forte ou corajosa o suficiente. Não por medo, mas... Ah, sinceramente, não sei o que sentia, não sei o que me fazia ter medo de ir até você. Mas sempre chega o momento em que temos que levantar a cabeça e ir em frente, não é?! Então, fui.
Cheguei à sua frente e fiquei sem ação. Mais uma vez, minhas mãos tremiam. Menos do que no dia anterior, mas tremiam. E percebi isso quando a levei até a tua. Meu desejo era que, naquele momento, você abrisse os teus olhos, fixasse os teus nos meus, segurasse minha mão como se fosse um apoio para descer dali e as coisas voltassem ao normal. Mera utopia. Aquele foi o primeiro momento em que minhas lágrimas desceram sem que eu pudesse ao menos tentar contê-las.
Acho que todos pensaram que eu não estava dando a mínima para o que estava acontecendo, porque estava me negando a ir vê-la, não estava chorando, nem nada do tipo. Mas eu, só eu sei o quanto estava sofrendo (e o quanto ainda sofro!). Talvez a dor que tomou conta de mim tenha sido mais do que algumas pessoas que quase se acabaram de chorar ali. Chorar não traria você de volta e sempre dizias: "Quando eu morrer, não quero ver ninguém chorando". Na hora, no dia, eu não me lembrei de nada disso, mas agora penso que talvez, tenha feito tua vontade durante um tempo... Por mais que estivesse um caco por dentro, não chorava. As lágrimas pareciam ter secado em meus olhos. Aliás, era o que parecia, até o momento em que a toquei.
Então chegou o momento de me despedir de você... Eu, tinha que ir, aquela hora ainda mais do que na vez anterior, porque iam fechar o caixão para que seguíssemos para o cemitério. E, novamente, as lágrimas rolaram em meu rosto. Ainda mais do que na vez anterior. Mas não fiz questão se segurá-las ou escondê-las. Apoiei-me em minha mãe, que voltou a chorar aquela hora, e ouvia apenas ela me dizendo "Não chora. Não fica assim". Dali em diante, chorei bastante. Não estava nem aí pra quem estava me olhando, pra quem não estava. Pra quem estava com dó, ou pra quem fingia que eu nem existia. Fiz questão de ignorá-los completamente. Eu só pensava na próxima ida a tua casa... Eu chegaria lá, e não veria você sentada na varanda, no escurinho, observando o movimento da rua, ou não chegaria lá em uma noite fria, abriria a tua porta, sentiria o calor acolhedor da tua casa, o teu perfume e o cheiro da tua comida, em seguida, ficaria esperando você ir até a porta e me dar um abraço. Aquele que só você era capaz de me dar. Um abraço delicado, cuidadoso, mas ao mesmo tempo, caloroso. Um abraço único! O abraço da minha avó, que dava até medo de quebrar os ossos, de tão frágil e sensível que era.
Pela terceira vez, toquei você. Aquela eu sabia que seria a última vez, o último toque. E parece que aquela hora, mais do que qualquer outra, eu queria que você olhasse pra mim, me desse um beijo na testa, me chamasse de "Meu anjo", como se falasse com um bebê (como fez na última vez que nos vimos, enquanto ainda eras viva). Queria que você levantasse logo dali e fosse embora comigo. Queria ver o teu sorriso, o teu olhar, queria ouvir a tua voz, sentir o teu toque, ganhar um abraço, ouvir a tua risada, nem que fosse pela última vez mesmo... De preferência não, mas se não tivesse outro jeito, me 'conformaria'. Mas eu queria, mais que tudo, me despedir de uma forma decente de ti.
Céus... Eu nunca, nunca pensei que aquela velhinha implicante, irritante, bravinha (tudo isso de vez em quando, apenas) fosse fazer tanta falta. Nunca pensei que ia desejá-la tanto ao meu lado novamente. Confesso!
O que me resta é guardar apenas os momentos bons e relembrá-los sempre. É o que estou fazendo.. Mas isso às vezes me faz querer-te mais e mais aqui novamente. Parece que a ficha ainda não caiu, sabe?! Não dá, eu não consigo acreditar que não vou vê-la mais. Isso dói, dói, dói e dói... Muito mesmo!
Eu digo que vou lembrar pra sempre de ti, e que vou lhe amar eternamente. Isso não é mentira! Eu juro que não. Eu te amo e sempre vou amar, imensamente, minha Estrelinha! E aonde quer que esteja, vou sempre guardá-la comigo.

Já estou me acabando de tanto chorar aqui... E escrevi tudo como se ela fosse ler, mais uma vez... Mas tudo bem! Serviu como um desabafo. Já que não me abro com ninguém... Escrevo. Escrever faz com que eu me sinta mais leve... Enfim, é minha válvula de escape.
(Foto: Minha estrela e eu).

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Até o fim sem fim.


Apesar de todos os problemas, eu me considero uma pessoa de muita sorte. Muita! Tenho uma família (que pode não ser a mais feliz, mas que sempre está comigo quando preciso), tudo que preciso e os melhores amigos que você possa imaginar.
E hoje, dia 07 de setembro, faz dois anos que conheci um deles... Um deles? Bom, isso é vago demais...
Faz dois anos que conheci o meu melhor amigo!
(Dois, de uma eternidade, que fique claro!) E isso mereceria uma comemoração digna, mas é impossível, pelo menos por enquanto.
Estamos a cerca de mil quilômetros de distância um do outro. Sinceramente, isso me incomoda bastante. Mas é um incômodo suportável e que me deixa feliz ao imaginar que um dia vou visitá-lo, que vou viajar especialmente para vê-lo. E quando isso estiver prestes a acontecer, vou estar quase morrendo de ansiedade, contando os dias, as horas, os segundos; vou estar imaginando como será a chegada, o primeiro olhar, o primeiro abraço (dos incontáveis que quero dar - e receber, claro). Essa distância serve pra nos mostrar o quanto a nossa amizade é forte. Não só a distância... São vários os fatores que já nos fizeram perceber isso.
A dois anos atrás eu encontrei a pessoa que, até então, faltava na minha vida. Chegou sem que eu pudesse perceber que era ele a peça que faltava no meu quebra-cabeça (ai, que frase tosquinha!). Chegou e agora não sai mais, disso eu tenho certeza absoluta!
Não há ninguém nesse mundo a quem eu possa compará-lo. Aos meus olhos é a pessoa mais perfeita que existe. O melhor companheiro, que tem o coração mais bondoso. Um anjo na Terra, tenho dito.
A única coisa que posso fazer, é agradecer por existir, por fazer parte da minha vida, por ser quem ele é e... Por tudo. Exatamente tudo que me proporciona.
E por ele eu seria capaz de dar minha vida!


"Don't you worry about the distance, I'm right there. If you get lonely give this song another listen, close your eyes... Listen to my voice, it's my disguise, I'm by your side. A thousand miles seem pretty far, but they've got planes and trains and cars. I'd walk to you if I had no other way. Our friends would all make fun of us, and we'll just laugh along because we know that none of them have felt this way."

L: Essa música me lembra você! (Enviando o clipe de Hey There Delilah)
V: Mas eles não ficam juntos no final...

Eles não... Mas eu vou sempre estar ao teu lado, acredite!

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Sorte de hoje.

"Beleza sem virtude é como uma rosa sem fragrância."
Só eu não consigo encontrar a parte da 'sorte' nessas tais "sorte de hoje" do Orkut?

Aproveitando o título... Meu dia foi repleto de reclamações, estresse e caras feias. - Nada de sorte! - E tudo isso por causa de um simples trabalho.
Enquanto algumas pessoas desabafavam (ou
falavam das outras? Acho que dá no mesmo), eu estava pensando como tem gente nesse mundo que gosta de complicar as coisas, fazer tempestade em copo d'água, se fazer de vítima e tudo - além disso - que tiver direito, não é!? Falam até não terem mais condições e depois se fazem de vítima. Isso é algo que me irrita profundamente. Não tenho a menor paciência.
Por que insistem em
bater boca e falar pelas costas, ao invés de resolver as coisas de um modo mais digno? Não seria bem mais fácil? Evitaria até mesmo futuros conflitos. Mas não. Sempre querem fazer confusão. Não entendo, sinceramente.
E... Bom, não havia necessidade de escrever isso aqui, mas tudo bem. Desabafei. Já que agora não tenho mais ninguém que me acompanha todos os dias no colégio. (Drama detected).

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Um começo.


"Onde estão meus bons modos?
Eu poderia me apresentar apropriadamente, mas, na verdade, isso não é necessário. Você me conhecerá o suficiente e bem depressa, dependendo de uma gama diversificada de variáveis. (...)

Primeiro, as cores.
Depois, os humanos.
Em geral, é assim que vejo as coisas.
Ou, pelo menos, é o que tento.

Com absoluta sinceridade, tento ser otimista a respeito de todo esse assunto, embora a maioria das pessoas sinta-se impedida de acreditar em mim, sejam quais forem meus protestos. Por favor, confie em mim. Deicididamente, eu sei ser animada, sei ser amável. Agradável. Afável. E esses são apenas os As. Só não me peça para ser simpática. Simpatia não tem nada a ver comigo.

...Isso preocupa você? Insisto - não tenha medo. Sou tudo, menos injusta."

(A Menina Que Roubava Livros, Markus Zusak. Página 8.)

...

Eva e Adão? Big Bang? Macacos?
Céu, anjos, nuvens, azul, branco, serenidade e harpas? Inferno, fogo, calor, gritos, gemidos, desespero, tridente, chifres?
Vida em outros planetas?
Como, de fato, surgiram os planetas e todos os seres nele existentes?
O que acontece conosco após a morte? "Dormimos eternamente" ou passamos para outro plano, nos preparamos para voltar para esse mundo, tentando ser melhores do que na outra vida?
O que estou fazendo aqui? Aliás, o que estamos fazendo aqui?
Será que a verdade realmente existe? E o que seria a "verdade verdadeira"?


Ultimamente estou cheia de perguntas do tipo. E a grande maioria delas está ficando sem respostas...
Já estou criando uma certa nóia. (Risos).